Comunidade x rede social

Por que cheguei aqui?

Quem? Você? Eu?!

Por amizade, intenção de negócios, curiosidade.

Por que permaneceremos aqui?

Por amizade, negócios, envolvimento.

Comunidade

Pessoas e comércio local, proximidade. Alcançar outras comunidades, poderia pensar Cristóvão Colombo.

Temos vínculos mais fortes, se pensarmos em quem nos rodeia próximo fisicamente. Essa proximidade física pode ser que seja substituída pela tecnologia, que aparenta deixar muito próximos e, principalmente, se as relações com pessoas, há milhares de quilômetros, geram e mantém confiança.

Então, atualmente, a comunidade da rua, da paróquia, os vizinho da vila, a associação do bairro, entidades da cidade e região que tem um interesse comum e proximidade física, tem um ingrediente a mais, alcançando pessoas e interesses “distantes” com a tecnologia (desde que não se resuma à frieza).

É claro que, o buraco na esquina, a festa da igreja tem um público bem próximo.

E, podendo não ser tão claro assim, certos assuntos geram comunidades (inter)planetárias. :|| ? Se o assunto for vida em outros planetas.

Bem, então, temos mais uma comunidade ou n comunidades podendo ser criadas conforme o uso e adequação deste site que imprime essas letras e que seus olhos percorrem agora.

Amigos, familiares

Eu, grupos, conhecidos

Poste para o mundo, comunidade, para si mesmo. Tenha privacidade nesse “para si mesmo”.

Crie grupos para um assunto. Crie grupos secretos. Tenha privacidade em grupos secretos.

Anuncie a tranqueira nos Classificados.

Poste sua paixão.

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Negócios

Como você faz negócios usando a Internet? WhatsApp, Facebook, marketplaces (Mercado Livre e Amazon mais conhecidos, em grandes lojas ou algum dos pequenos)? Google?

O WhatsApp aproveita a onda de muitos estarem nele, os contatos de amigos e familiares, os memes serem passados rapidamente. Falta uma organização das mensagens, que se perdem no tempo ou porque seu celular fica pesado e são apagadas. Os contatos são limitados. O sentimento de invasão enviando mensagens para números que ainda não são contatos pode ser certeira. Grupos também se perdem nas mensagens/conversas e, para quem entrar em certo momento, não existe um histórico para ser acessado de mensagens anteriores.

Facebook… Esse é rei em invasão (na privacidade de todos) e de “se deixar” ser invadido (repassa seus dados a terceiros e, ainda, de forma recorrente). Privacidade e distração fazem parte do seu roteiro. Você pode até ter intenções sérias ao usá-lo, mas ele vai dar um jeito de distraí-lo com outras. Por exemplo, você cria um grupo de determinado assunto, chama as pessoas para ele e todos estarão a mercê do Facebook.

Marketplaces são grandes facilitadores para vendas, principalmente, do consumidor, que pode encontrar os preços mais baixos ainda e com a confiança nos vendedores que já tem ótima ou excelente reputação, desde que a o sistema informe e valide isso. Vide Mercado Livre.

O Google (ou Bing, Yahoo!, DuckDuckGo?) tem uma característica interessante. Ao mesmo tempo que ele tem seus anunciantes e sugere nas pesquisas, quem vai até ele, num primeiro momento, já está atrás de alguma coisa. E não deixa de ser um contribuidor de invasão de privacidade, pois, se algum site disponibilizou algo sobre você ou seu negócio, ele estará indexado pelo Google.

in an, mais uma comunidade

Nos parágrafos anteriores, uma explanação, um devaneio para colocar algumas coisas que existem e uma ideia para onde ir. Ou seja, o que se tem e uma alternativa com esta comunidade, in an.

Opa… E “rede social” do título?! Sem julgamentos, :), faz parte. Faz parte aqui também.

 

De tudo isso, cadastre-se, use, convide, faça contato, sugira, reinvente.

Sobre o autor: Fernando Saling

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